Pós-Graduação em Gestão Bancária, Seguros e Mercados Financeiros | Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.
20 setembro 2015
At the Center of Africa’s Transformation | Strategy for 2013–2022

The African Development Bank’s Strategy for 2013–2022 reflects the aspirations of the entire African continent. It is firmly rooted in a deep understanding and experience of how far Africa has come in the last decade, and where it wishes to go to in the next.
Africa has embarked on a process of economic transformation. This process has seen solid and sustained growth over a decade, but it has been uneven and without a sufficiently firm foundation, and it is not—by any estimation—complete.
This Strategy is designed to place the Bank at the center of Africa’s transformation and to improve the quality of Africa’s growth. It aims to broaden and deepen that process of transformation, mainly by ensuring that growth is shared and not isolated, for all African citizens and countries, not just for some. It also aims to bring about growth that is not just environmentally sustainable, but also economically empowering. When growth is inclusive as well as “green”, it creates the jobs that the continent needs now and that it will need in ever greater numbers as millions more young people enter the job market, with energies and aspirations to match.
The Bank’s vision is thus Africa’s vision, and its future is Africa’s future. The Bank’s many successes reflect the successes of the continent it serves—while the gaps in its achievements reflect the impediments to true transformation across its regional member countries. The goal of a regionally integrated and economically diverse Africa - determined to include young and old, women and men,rural and urban communities alike, while being increasingly green - will establish Africa as the next global emerging market. The African Development Bank will be its development voice and its development partner of choice.
African Development Bank Group; At the Center of Africa’s Transformation - Strategy for 2013–2022.
São Tomé e Príncipe - Perspectivas Económicas na África
São Tomé e Príncipe
Autor: Flávio A. Soares Da Gama
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Autor: Flávio A. Soares Da Gama
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- O crescimento real do PIB acelerou para 4.9% em 2014, acima dos 4.0% registados em 2013, impulsionado pela melhoria da produção agrícola e dos serviços, e a tendência deverá manter-se em 2015, com um crescimento projetado de 5.1%.
- O país, com uma boa governação baseada no Estado de direito, realizou eleições legislativas livres e transparentes a 12 de outubro de 2014, oferecendo um ambiente promissor para a estabilidade política e o reforço da confiança dos investidores.
- Como pequeno país insular, São Tomé e Príncipe enfrenta desafios de inclusão espacial devido à subida do nível das águas do mar causada pelas alterações climáticas e à falta de uma estratégia nacional de combate às desigualdades territoriais.
Moçambique - Perspectivas Económicas na África
Moçambique
Autores: Andre Almeida-Santos, Luca Monge Roffarello, Manuel Filipe
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Autores: Andre Almeida-Santos, Luca Monge Roffarello, Manuel Filipe
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- Em 2014, o PIB real cresceu 7.6% e deverá manter-se elevado, em 7.5% e 8%, respetivamente, em 2015 e 2016, impulsionado pelos setores dos transportes e comunicações e da construção.
- As eleições legislativas e presidenciais de 2014 confirmaram a Frelimo no poder. No entanto a Renamo ainda não aceitou o resultado das eleições, embora os seus deputados tenham assumido os respetivos lugares no parlamento. A implementação do acordo de paz de setembro 2014 será fundamental para garantir a futura inclusão política, a paz e a segurança interna.
- Grandes projetos e o desenvolvimento de infraestruturas relacionadas com a extracção mineira, no centro e norte do país, oferecem uma oportunidade única para aumentar a inclusão espacial, para atingir uma maior descentralização e expandir a integração regional, seguindo o modelo bem-sucedido do Corredor de Maputo.
Guiné-Bissau - Perspectivas Económicas na África
Guiná-Bissau
Autor: Yannis Arvanitis
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Autor: Yannis Arvanitis
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- Com um crescimento estimado de 2.6% em 2014 (contra 0.9% em 2013) e de 3.9% em 2015, a recuperação económica prossegue, mas continua a ser altamente dependente do clima sociopolítico, do desempenho do setor do caju e da ausência de contágio do vírus Ébola a partir de países vizinhos.
- A normalização sociopolítica permitiu o regresso efetivo dos parceiros técnicos e financeiros e uma melhor situação orçamental, ainda que a capacidade do Estado para expandir a sua base fiscal, gerir a massa salarial e melhorar as cobranças seja determinante para a recuperação a médio prazo.
- Nos últimos anos, o contexto humano e social deteriorou-se e as prestações sociais permanecem bem abaixo das necessidades, dada a precariedade dos recursos públicos.
Cabo Verde - Perspectivas Económicas na África
Cabo Verde
Autores: Adalbert Nshimyumuremyi, Anthony Simpasa
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Autores: Adalbert Nshimyumuremyi, Anthony Simpasa
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- Com uma taxa de crescimento real do PIB de 2% registada em 2014, a recuperação económica continua a ser moderada devido ao fraco crescimento da economia, nacional e internacional, mantendo-se o turismo, o investimento estrangeiro no âmbito do turismo e a construção como os motores do crescimento da economia cabo-verdiana.
- A situação orçamental de Cabo Verde melhorou ligeiramente num contexto de redução gradual do programa de investimento público em ano pré-eleitoral, mas continua vulnerável.
- Embora Cabo Verde tenha registado progressos económicos nos últimos anos, existem bolsas de exclusão espacial, evidenciadas por uma forte emigração proveniente das ilhas menos desenvolvidas.
Angola - Perspectivas Económicas na África
Angola
Autores: Joel Daniel Muzima, Fernanda Ramalho Mendy
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Autores: Joel Daniel Muzima, Fernanda Ramalho Mendy
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- A economia angolana irá continuar a sofrer os efeitos das significativas baixas dos preços do petróleo, com uma desaceleração do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) previsto para 3.8% em 2015 e 4.2% em 2016, abaixo dos 4.5% registados em 2014.
- As reformas estruturais são imperativas a fim de aumentar a eficiência na distribuição dos recursos e na criação de condições para uma rápida taxa de crescimento económico e de desenvolvimento equitativo no futuro.
- É necessário melhorar a gestão das receitas dos recursos não renováveis com vista a melhorar a inclusão espacial e criar poupanças para as gerações futuras.
05 julho 2015
29 maio 2015
10 maio 2015
01 maio 2015
[PALESTRAS] Paulo Domingues (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal) na ULHT

A palestra incidirá sobre a arquitectura institucional da Diplomacia Económica portuguesa e o papel da AICEP na promoção da internacionalização da economia portuguesa e captação de investimento estrangeiro.
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Datas - Apresentação oral dos Trabalhos de Investigação
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