11 julho 2018

Cabo Verde - Anuário Estatístico 2016

O Instituto Nacional de Estatística (INE), dando sequência ao trabalho iniciado com o AECV-2015, apresenta a nova edição do Anuário Estatístico de Cabo Verde (AECV) de 2016, trazendo informação estatística de referência produzida pelos diferentes órgãos produtores de estatísticas que integram o Sistema Estatístico Nacional (SEN), assim como outras instituições que, embora não fazendo parte do SEN, produzem informações estatísticas que, validadas pelo INE devido à sua relevância, foram compiladas e disponibilizadas neste documento.

A presente publicação, redigida segundo as normas do novo Acordo Ortográfico, encontra-se organizada em onze temas, nomeadamente: Território; População e Condições Sociais; Saúde; Educação e Formação Profissional; Economia e Finanças; Indústria, Comércio e Serviços; Comércio Externo; Agricultura e Pesca; Ambiente; Energia; Participação Política. O AECV-2016 apresenta algumas inovações relativamente à edição do ano anterior, acrescentando mais um tema (Energia) e mais subtemas. Além destas diferenças, destacam-se também novidades a nível da organização e disponibilização de conteúdos, assim como a configuração de alguns gráficos e infográficos.

À semelhança da edição anterior, para cada tema, apresenta-se uma breve descrição dos dados os quais, em alguns casos, foram ilustrados com representação gráfica e infografias, de modo a auxiliar o utilizador na leitura, permitindo uma melhor compreensão das informações apresentadas.

As tabelas apresentam dados estruturados em série temporal, com ênfase nas informações mais recentes, privilegiando a desagregação geográfica a nível dos concelhos ou das ilhas e, onde possível, a desagregação a nível do sexo ou do meio de residência.

Fonte: http://ine.cv/wp-content/uploads/2017/11/aecv-2016.pdf

17 março 2018

O Banco Mundial em Cabo Verde

Panorâmica do País
Situado ao largo da costa ocidental de África, Cabo Verde é um arquipélago de dez ilhas, das quais nove são habitadas. O país tem uma população estimada de 520.500 habitantes. Apenas 10% do seu território está classificado como terra arável e o país dispõe de limitados recursos minerais. Apesar do clima árido e do seu terreno montanhoso, Cabo Verde tem vindo a desenvolver-se rapidamente, em grande parte devido à sua indústria de turismo florescente. Para além de encorajar o turismo, o governo está a fazer esforços para transformar as ilhas num centro de comércio e de transportes...

18 fevereiro 2018

Ficha de Mercado de Timor-Leste (AICEP)

A “Ficha de Mercado de Timor-Leste”, agora publicada pela AICEP, faz uma análise da economia timorense, das relações económicas Portugal-Timor-Leste e das condições legais de acesso ao mercado, apresentando também um conjunto de informações úteis para exportadores e investidores nacionais.

Timor-Leste alcançou a sua independência de Portugal em 28 de novembro de 1975, sendo rapidamente ocupado pela Indonésia, situação que se manteve até 20 de maio de 2002, data em que este território se tornou completamente independente.

A maior parte da população de Timor-Leste vive da agricultura e de uma economia de subsistência. A economia do país baseia-se em recursos naturais, sobretudo, petróleo e gás natural. O setor petrolífero tem sido encarado pelas autoridades timorenses como uma alavanca privilegiada para contrariar as fragilidades em termos de estruturas produtivas e as carências sociais que se fazem sentir no país. Assim, esse setor encontra-se enquadrado, desde meados de 2005, por uma estratégia inspirada nas melhores práticas internacionais, das quais faz parte o estabelecimento de um fundo petrolífero. O outro produto relevante, em termos económicos, é o café.

Não obstante, se manterem os baixos preços das commodities nos mercados internacionais, um maior investimento público contribuiu para um crescimento estimado do PIB não petrolífero de 5,0% em 2016. Estima-se que o incremento do PIB não petrolífero tenha sido de 4,0% em 2017, prevendo-se um acréscimo de 6,0% para 2018 (dados do FMI - Fundo Monetário Internacional).

Em termos do relacionamento económico bilateral, Timor-Leste ocupou a 105ª posição no ranking de clientes das exportações portuguesas em 2016, situando-se no 139º lugar enquanto fornecedor. Nos últimos cinco anos, os valores das exportações oscilaram entre 7 milhões de euros em 2014 e 10,1 milhões de euros em 2015, situando-se o montante de 2016 em 8,2 milhões de euros. O número de empresas portuguesas exportadoras de produtos para Timor-Leste tem vindo a aumentar ao longo dos últimos anos, registando-se um acréscimo de cerca de 53% entre 2012 e 2016.

Ao nível das trocas comerciais, a regulamentação relativa ao Regime de Importação, nomeadamente o quadro legal aduaneiro, tem sido objeto de alterações aprofundadas por parte do Governo de Timor-Leste, de modo a dotar o país de uma Administração Alfandegária moderna e ágil, quer ao nível dos procedimentos, quer do relacionamento com os agentes económicos.

Fonte: http://www.portugalglobal.pt/PT/PortugalNews/Paginas/NewDetail.aspx?newId=%7bF5FACEB2-A6ED-4F5F-B518-6F1EE6462559%7d&utm_source=pt-news&utm_medium=newsletter

07 fevereiro 2018

A chance to get it right - Challenges for Africa-Europe relations in 2018



Mackie, J. Ronceray, M. Tadesse, L. 2018. A chance to get it right: Challenges for Europe-Africa relations in 2018. Maastricht: ECDPM

05 julho 2017

Calendário 2016/2017 (Apresentação dos Trabalhos de Investigação)

A apresentação dos TI rececionados até 10 de julho, serão apresentados no dia 13 julho 2017, a partir das 18h, na sala de aula utilizada durante o 2.º semestre.












Informações sobre a apresentação:
  • A apresentação deverá rondar os 15/20 minutos;
  • A apresentação poderá ser feita utilizando uma apresentação Powerpoint;
  • A apresentação deverá demonstrar que o aluno conhece geográfica, económica, institucional e politicamente o país escolhido e que é capaz de apresentar e justificar propostas de desenvolvimento económico e social para o país escolhido.

12 junho 2017

The Makings of an African Century - Where African and European Ambitions Meet


A strong, stable and prosperous Africa is not only vital for Africans, it is essential for Europe. Cooperation between the two continents is hardly new and a lot of progress has been made, but Africa and Europe can and must go much further together.

Too much of the African continent is still plagued by a lack of decent basic infrastructures, slow growth, extreme poverty, pandemics, droughts, civil wars, terrorism and poor governance.

But Africa also has abundant resources – its most precious being its young, rapidly-growing population. Hand in hand with Africa’s youth, African and EU leaders must develop transformative joint solutions to make the most of their partnership and adapt it to today’s realities.

Uruguai - Síntese País [AICEP]


Electrifying Africa: how to make Europe’s contribution count

Executive summary

Electrification is one of sub-Saharan Africa’s most pressing socio-economic challenges. Less than a third of the sub-Saharan population has access to electricity, and around 600,000 premature deaths are caused each year by household air pollution resulting from the use of polluting fuels for cooking and lighting.


Solving this issue is a fundamental prerequisite for unleashing sub-Saharan Africa’s economic potential. Given the magnitude of the challenge, only a joint effort involving sub-Saharan African countries and international public and private parties would pave the way to a solution.

Sub-Saharan African countries should be the first to move. They should reform the governance of their energy sectors, in particular by reforming their generally inefficient state-owned electricity utilities, and by phasing-out market-distorting energy subsidies. Without such reforms, international investment will never scale-up across sub-Saharan Africa.

International public and private parties must play a key role in facilitating sub-Saharan Africa’s energy transformation, particularly the electrification of rural areas, where three-fifths of the sub-Saharan African population lives. International public support is particularly important to crowd-in international private investors, most notably through innovative public-private partnerships.

China and the United States are already engaged in electrification in sub-Saharan Africa. China has substantially invested in large-scale electricity projects, while the US has put in place a comprehensive initiative – Power Africa – to scale-up electrification, particularly in rural areas, through public-private partnerships.

Europe has, instead, created a myriad of fragmented initiatives to promote electrification in sub-Saharan Africa, limiting their potential leverage in crowding-in private investment and in stimulating energy sector reforms in sub-Saharan African countries. This sub-optimal situation should be changed by coordinating the initiatives of European institutions and EU countries through a unique platform. We propose such a platform: the EU Electrify Africa Hotspot.

http://bruegel.org/reader/Electrifying_Africa?utm_source=Bruegel+Updates&utm_campaign=899f319a12-PUBLICATION+ALERT+%7C+Electrifying+Africa&utm_medium=email&utm_term=0_eb026b984a-899f319a12-278058649&mc_cid=899f319a12&mc_eid=602461abd0#

20 maio 2017

Trabalhos 2016/2017

Sofia Margarida Rodrigues dos Santos Angola
Decleusia Lukene Domingos da Silva Brasil [Entregue versão papel]
Marcos André Silva Coelho Ferreira Califórnia
Edsany Sandrine Dos Santos Pereira Costa do Marfim
Baunor Abreu Mendes Vieira Guiné Bissau
Ruth da Conceição Garcia da Silva Guiné Equatorial
Maria Massano Gomes Massachusets
Nuno Miguel Oliveira Figueira Portugal [Apresentado 13 jul 2017]
Fábio Alexandre Nascimento Matias São Tomé e Príncipe
Olga Tulba Uruguai
Elizabeth Contreiras CamposIlhas Maurícias
Vander Manuel Sequeira Mesquita China
Filipina Germano Alberto da Silva -
Luís António Tambá Nhaquê -

The Africa Competitiveness Report 2017: Addressing Africa’s Demographic Dividend

A careful and thorough analysis of economic indicators and latest trends, this report - published every two years - highlights some significant progress made on a number of crucial competitiveness dimensions over the past decade. The authors provide some specific policy recommendations to speed up job creation for the ever increasing young population entering the job market.

«The 2017 edition of The Africa Competitiveness Report comes out at a challenging time for the continent. In recent years, growth in several African countries has been subdued after more than a decade of solid expansion. The slowdown is largely due to the protracted low commodity prices as well as the reduced growth in emerging markets such as China, and in advanced economies. However, this situation has also given impetus to reforms and economic diversification. The strong economic performance of a number of African countries demonstrates Africa’s resilience and brings optimism about Africa’s future growth prospects.» [Preface]

http://ecdpm.us1.list-manage.com/track/click?u=f3098f0aa17cc73cc4c42bc9b&id=0a679ab234&e=5adf557c89

Lista de Trabalhos de Investigação (TI) GB 2025/2026

Adelino José de Sousa Vieira SMARTFARM 4.0 ( https://www.sfcolab.org/smartfarm4 ) (Compete2020) Portugal Adriana Filipa Pinto Neves dos Sant...