04 outubro 2015

Grupos de trabalho e Países CPLP escolhidos 2015

Angola: Nizângela Santana + Joaquina Valadares
Brasil: Jordana Costa + Simon Schlegel + Anizete Varela de Menezes
Moçambique: Paulo Elindo Francisco + Rosana Rebeca Francisco da Costa
Timor-Leste: Fátima Marilda Silva Moreno

Angola (2014): Dinora Patrícia Morais e Silva e Kakuey Ricardo
Moçambique (2014): Leonildo Jovany K. M. da Cunha

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ANA Nginga de Almeida Baltazar <nanita@outlook.pt>
Angelina Jeorgina David dos Santos <angelinasantos91@hotmail.com>
Carlos Amílcar Pereira Cabral <mks_cabral@hotmail.com>
Cláudia Marcela Meireles Vieira <claudia_vieira1474@hotmail.com>
CELIVONE M. RODRIGUES CRUZ <marona-06@hotmail.com>
Daniel António Henriques <dahenriques@hotmail.com>

EDSANY SANDRINE DOS SANTOS <miriamsantos91@hotmail.com>
Fátima Marilda Silva Moreno <zmarilda89@gmail.com>
Fatumata Ould Rachid <tucharachide@gmail.com>
Jandira Fátima Rescova <jandiraisabel05@hotmail.com >
Joana Gouveia <joanarosagouveia@gmail.com>
João Lourenço Pires <joao_pires13@hotmail.com>
Jorge Manuel Posser de O. L. Rocha <jorg.epos.ser@hotmail.com>

Larissa Rovane Medeiros <larissarovane@hotmail.com>

Melviro Félix Fernandaes Ambrósio <melviroambrosio@hotmail.com>
TÂNIA FERNANDES <taniafernandes2610@gmail.com>
PAULO SÉGIO L. M. AZEVEDO <s_m_azevedo@sapo.pt>
ANA MARÍLIA AZEVEDO <amaz@netcabo.pt>




Parlamento moçambicano aprova Programa Quinquenal do Governo com votos contra da oposição

A Assembleia da República de Moçambique aprovou hoje o Programa Quinquenal do Governo para o período 2015-2019, com 137 votos a favor da Frelimo, bancada maioritária, e 102 contra da oposição da Renamo e do MDM.

Anunciando o sentido de voto da Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), partido no poder, Jaime Neto, deputado desta força política, afirmou que "o Plano Quinquenal do Governo exprime os anseios do povo moçambicano e estabelece prioridades estratégias para os próximos cinco anos".

Por seu turno, António Timba, deputado da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), defendeu que o plano não aponta metas específicas, considerando essa alegada lacuna um impedimento à fiscalização do grau de cumprimento dos objetivos indicados no documento.

Falando em nome do MDM (Movimento Democrático de Moçambique), Venâncio Massingue, deputado desta formação política, referiu que "o Programa Quinquenal enferma de graves vícios de forma e de metodologia, porque omite alegadamente indicadores importantes para o acompanhamento da implementação do mesmo".

O Programa Quinquenal prevê que o peso da indústria transformadora no PIB quase duplique dos atuais 11% para 21% em 2019, e também taxas de crescimento económica robustas, entre os 7% e os 8% nos próximos anos, ao mesmo tempo que pretende aumentar a arrecadação de receitas do Estado, dos atuais 27,5% em percentagem do PIB para 32% em 2019, e manter a inflação anual abaixo dos 10%.

É também objetivo do Governo diminuir o impacto de epidemias associadas à qualidade de água e higiene, e levar acesso a fontes seguras deste recurso a 75% da população rural, contra os 52% atuais, e a 90% da população urbana, mais 5% do que em 2014.

Outra das metas do Governo é aumentar a taxa de cura de desnutrição aguda de crianças menores de cinco anos, de 60% para 80%, e também o rácio de profissionais de saúde, de 94 para 113 por cem mil habitantes.
LUSA, 14 de Abril de 2015, às 15:08

28 setembro 2015

Uneven Global Recovery, Complex Underlying Currents

IMF Survey
April 14, 2015
  • Global growth forecast unchanged at 3.5 percent this year and 3.8 percent in 2016
  • Growth diverges: stronger in advanced economies, lower in emerging economies
  • Macro risks decreased, but financial and geopolitical risks increased
Global growth prospects are uneven across major economies, says the IMF’s latest World Economic Outlook (WEO). In advanced economies, growth is projected to strengthen in 2015 relative to 2014, but in emerging market and developing economies it is expected to be weaker.

See more in:
http://www.imf.org/external/pubs/ft/survey/so/2015/NEW041415A.htm



20 setembro 2015

Slower Growth in Emerging Markets, a Gradual Pickup in Advanced Economies

At the Center of Africa’s Transformation | Strategy for 2013–2022



The African Development Bank’s Strategy for 2013–2022 reflects the aspirations of the entire African continent. It is firmly rooted in a deep understanding and experience of how far Africa has come in the last decade, and where it wishes to go to in the next.
Africa has embarked on a process of economic transformation. This process has seen solid and sustained growth over a decade, but it has been uneven and without a sufficiently firm foundation, and it is not—by any estimation—complete.
This Strategy is designed to place the Bank at the center of Africa’s transformation and to improve the quality of Africa’s growth. It aims to broaden and deepen that process of transformation, mainly by ensuring that growth is shared and not isolated, for all African citizens and countries, not just for some. It also aims to bring about growth that is not just environmentally sustainable, but also economically empowering. When growth is inclusive as well as “green”, it creates the jobs that the continent needs now and that it will need in ever greater numbers as millions more young people enter the job market, with energies and aspirations to match.
The Bank’s vision is thus Africa’s vision, and its future is Africa’s future. The Bank’s many successes reflect the successes of the continent it serves—while the gaps in its achievements reflect the impediments to true transformation across its regional member countries. The goal of a regionally integrated and economically diverse Africa - determined to include young and old, women and men,rural and urban communities alike, while being increasingly green - will establish Africa as the next global emerging market. The African Development Bank will be its development voice and its development partner of choice.

African Development Bank Group; At the Center of Africa’s Transformation - Strategy for 2013–2022.

São Tomé e Príncipe - Perspectivas Económicas na África

São Tomé e Príncipe
Autor: Flávio A. Soares Da Gama
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  • O crescimento real do PIB acelerou para 4.9% em 2014, acima dos 4.0% registados em 2013, impulsionado pela melhoria da produção agrícola e dos serviços, e a tendência deverá manter-se em 2015, com um crescimento projetado de 5.1%.
  • O país, com uma boa governação baseada no Estado de direito, realizou eleições legislativas livres e transparentes a 12 de outubro de 2014, oferecendo um ambiente promissor para a estabilidade política e o reforço da confiança dos investidores.
  • Como pequeno país insular, São Tomé e Príncipe enfrenta desafios de inclusão espacial devido à subida do nível das águas do mar causada pelas alterações climáticas e à falta de uma estratégia nacional de combate às desigualdades territoriais.

Moçambique - Perspectivas Económicas na África

Moçambique
Autores: Andre Almeida-Santos, Luca Monge Roffarello, Manuel Filipe
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  • Em 2014, o PIB real cresceu 7.6% e deverá manter-se elevado, em 7.5% e 8%, respetivamente, em 2015 e 2016, impulsionado pelos setores dos transportes e comunicações e da construção.
  • As eleições legislativas e presidenciais de 2014 confirmaram a Frelimo no poder. No entanto a Renamo ainda não aceitou o resultado das eleições, embora os seus deputados tenham assumido os respetivos lugares no parlamento. A implementação do acordo de paz de setembro 2014 será fundamental para garantir a futura inclusão política, a paz e a segurança interna.
  • Grandes projetos e o desenvolvimento de infraestruturas relacionadas com a extracção mineira, no centro e norte do país, oferecem uma oportunidade única para aumentar a inclusão espacial, para atingir uma maior descentralização e expandir a integração regional, seguindo o modelo bem-sucedido do Corredor de Maputo.

Guiné-Bissau - Perspectivas Económicas na África

Guiná-Bissau
Autor: Yannis Arvanitis
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  • Com um crescimento estimado de 2.6% em 2014 (contra 0.9% em 2013) e de 3.9% em 2015, a recuperação económica prossegue, mas continua a ser altamente dependente do clima sociopolítico, do desempenho do setor do caju e da ausência de contágio do vírus Ébola a partir de países vizinhos.
  • A normalização sociopolítica permitiu o regresso efetivo dos parceiros técnicos e financeiros e uma melhor situação orçamental, ainda que a capacidade do Estado para expandir a sua base fiscal, gerir a massa salarial e melhorar as cobranças seja determinante para a recuperação a médio prazo.
  • Nos últimos anos, o contexto humano e social deteriorou-se e as prestações sociais permanecem bem abaixo das necessidades, dada a precariedade dos recursos públicos.

Cabo Verde - Perspectivas Económicas na África

Cabo Verde
Autores: Adalbert Nshimyumuremyi, Anthony Simpasa
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  • Com uma taxa de crescimento real do PIB de 2% registada em 2014, a recuperação económica continua a ser moderada devido ao fraco crescimento da economia, nacional e internacional, mantendo-se o turismo, o investimento estrangeiro no âmbito do turismo e a construção como os motores do crescimento da economia cabo-verdiana.
  • A situação orçamental de Cabo Verde melhorou ligeiramente num contexto de redução gradual do programa de investimento público em ano pré-eleitoral, mas continua vulnerável.
  • Embora Cabo Verde tenha registado progressos económicos nos últimos anos, existem bolsas de exclusão espacial, evidenciadas por uma forte emigração proveniente das ilhas menos desenvolvidas.

Angola - Perspectivas Económicas na África

Angola
Autores: Joel Daniel Muzima, Fernanda Ramalho Mendy
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  • A economia angolana irá continuar a sofrer os efeitos das significativas baixas dos preços do petróleo, com uma desaceleração do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) previsto para 3.8% em 2015 e 4.2% em 2016, abaixo dos 4.5% registados em 2014.
  • As reformas estruturais são imperativas a fim de aumentar a eficiência na distribuição dos recursos e na criação de condições para uma rápida taxa de crescimento económico e de desenvolvimento equitativo no futuro.
  • É necessário melhorar a gestão das receitas dos recursos não renováveis com vista a melhorar a inclusão espacial e criar poupanças para as gerações futuras.

Datas - Apresentação oral dos Trabalhos de Investigação

7 de julho (terça-feira) 20h30 - Ruben 21h15 - Valéria 22h00 - Adelino 16 de julho  (quinta-feira) 20h30 - Adriana 21h15 - Maria Matos 22h00...